
Petróleo
Petróleo parece, inicialmente, tratar uma dinâmica de um triângulo amoroso.

Petróleo parece, inicialmente, tratar uma dinâmica de um triângulo amoroso: um casal heterossexual (Carmo e André) mantém uma relação moderna e cheia de permissões para com um amigo de longa data (Fábio). Conforme a noite avança, compreendemos como essa dinâmica está repleta de discretos sedimentos de convenções que nos acompanham há séculos. O controle sobre o outro, o vazio afetivo, o sentimento de posse, o medo da perda, a distorção da noção de desejo do outro… Petróleo acaba por colocar em cena matérias inflamáveis para a relação humana. E também como essa decomposição das relações se alastra, sem que nenhum dos envolvidos a pareça conseguir estancar, como se de uma mancha de petróleo se tratasse.
“Petróleo acaba por colocar em cena matérias inflamáveis para a relação humana.”
Encenadora Sara Vicente
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Inês Filipe (Prémio Novas Dramaturgias José Louro)
Encenação: Sara Vicente
Interpretação: Carlos Pereira, Carolina Teixeira e Tiago Leal
Espaço Cénico: Luís Vicente
Execução Cénica: João Frank e Octávio Oliveira
Figurinos: ACTA
Desenho e Operação de Luz: Octávio Oliveira
Desenho e Operação de Som: Diogo Aleixo
Fotografia: Miguel Fernandes e Rita Merlin
Divulgação: Rita Merlin
Comunicação: Sofia Rodrigues
Produção Executiva: Raquel Taveira
Direção Artística: Luís Vicente
Agradecimentos: João Godinho
Apoio: Metalofarense, S.A. e Rolear S.A.
Coprodução: ACTA e Teatro das Figuras








