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June 24, 2005

Pandemónio

Tem como pano de fundo a história da evolução humana.

Estreia
June 24, 2005
Género
Teatro de Rua
Local
Marina de Albufeira
Duração
60 minutos
Classificação
M/06
01
Sinopse

Pandemónio tem como pano de fundo a história da evolução humana -com os seus avanços e recuos, as suas contradições, os seus conflitos. Não se pretende a reprodução ou recriação do mito original do caos mas antes, em relação a ele, criar ambientes e suscitar sentimentos.

Pandemónio constrói-se segundo uma lógica de progressão que parte do simples para o complexo; o espaço dessa progressão é o de uma roda – carroça – barco -balão. Uma criação singular com a qual os seus criadores se deslocam, por entre pequenos apontamentos de conflito, evocando algumas grandes descobertas da humanidade.

A cada passo dado uma nova criação e, com esta, nova instabilidade. A resolução do conflito propõe-se através do recurso a expedientes referentes ao nosso imaginário coletivo, popular.

É neste pandemónio que se avança. Como? Seguimos o vento e vamos em frente porque não queremos ficar.

 

O espetáculo é apresentado na rua.

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Ficha do Espetáculo

Ficha Artística, Técnica e de Produção

 

Texto: Luís Mourão e do coletivo

Encenação e Cenografia: Andrzej Kowalski

Assistência de Encenação: Ana Gabriel

Música: Zé Eduardo

Coreografia: Evegueni Beleaev (Companhia de Dança do Algarve)

Interpretação: Ana Gabriel, Anielka Kozlowski ou Patrícia Amaral, Elisabete Martins, João Jonas, Jorge Soares, Mário Spencer e Tânia Silva

Execução Cenográfica: Tó Quintas\

Figurinos: Esmeralda Bisnoca (Atelier Espahafatos)

Costureira: Nina Lipskaia

Desenho de Luz: Noé Amorim

Produção Executiva e Direção de Cena: Elisabete Martins

Operação de Luz, Som e Vídeo: Noé Amorim

Apoio Técnico: Rui Estevens

Assistência de Produção/Relações Públicas: Ana Aleixo

Direção Técnica: Noé Amorim

Direção Artística: Luís Vicente

Produção: ACTA

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