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Dom Quixote
A ação decorre num Campo de Refugiados imaginário onde um grupo de fazedores de Teatro tenta levar à cena Dom Quixote.
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A ação decorre num Campo de Refugiados imaginário onde um grupo de fazedores de Teatro tenta levar à cena Dom Quixote, de Cervantes. O grupo é formado por pessoas provenientes de vários cantos do mundo; têm como elo de ligação o desejo comum de ter uma vida melhor, num mundo melhor.
Embora mantendo em boa parte os grandes combates do Cavaleiro da Triste Figura, serão reconhecíveis, aqui e ali, pequenos episódios e personagens com as quais nos cruzamos no nosso quotidiano. Mas não é de uma atualização do tema de D. Quixote que se trata. O intemporal não se atualiza, lê-se e relê-se à luz de conveniências e necessidades de cada tempo.
Neste micro-universo do Campo, um dos refugiados transforma-se num verdadeiro Cavaleiro Andante. Ele, tal como todos os outros, acaba por entrar num sonho capaz de derrubar as barreiras e os muros que os rodeiam: “A arma mais forte é a esperança. Chega-se ao ponto em que não há mais nada senão ela. É então que descobrimos que ainda temos tudo”.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: coletivo, a partir de Cervantes e Luís Mourão
Concepção Cenográfica e Encenação: Andrzej Kowalski
Assistência de Encenação: Bruno Martins
Canções: Afonso Dias
Banda Sonora: Adriano St. Aubyn
Interpretação: Afonso Dias, Bruno Martins, Elisabete Martins, Glória Fernandes, Mário Spencer, Liza Veiga (Soprano); Luís Manhita, Tânia Silva e Vasile Bodrug
Figurinos: Sónia Benite
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Direção de Cena: Tânia Silva
Desenho e Operação de Luz: Octávio Oliveira
Operação de Som: Flávio Freitas
Divulgação: Cristina Braga
Produção Executiva: Elisabete Martins
Secretariado: António Marques
Direção Artística: Luís Vicente
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