

À Espera de Godot
Em cena, dois anti-heróis tragicómicos: Vladimir e Estragon.

Em cena, dois anti-heróis tragicómicos: Vladimir e Estragon. "Nada a fazer" é a primeira fala da peça, dita por Estragon. Vladimir responde: "Começo a ter a mesma opinião". E passa o tempo, enquanto esperam por Godot. Entram Pozzo e Lucky; o último é escravo do primeiro. A Lucky, quando lhe é dada a oportunidade de falar, tem um discurso ininteligível. O oprimido não verbaliza a sua opressão. Um Rapaz anuncia que Godot não vem. O tempo passa, e tudo se mantém inalterado. Parece que os humanos até hoje nada mais têm feito que esperar por Godot.
A encenação de Luís Vicente enfatiza a problemática no plano social (com transversalidades múltiplas), numa abordagem pouco comum ao texto de Beckett, Nobel da Literatura 1969.
Vídeo
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Samuel Beckett
Tradução e Dramaturgia: Ana Clara Santos
Encenação: Luís Vicente
Assistente de Encenação: Tânia Silva
Interpretação: Luís Vicente, Pedro Laginha, Pedro Lima, René Barbosa e Tânia Silva
Conceção Cenográfica: Jean-Guy Lecat
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Apoio vocal: Luís Madureira
Apoio de movimento: Diana Nogueira Vieira
Apoio de luta cénica: Pedro Borges
Desenho de Luz: Sérgio Moreira
Operação de Luz e Som: Sérgio Moreira
Técnicos de Cena: Ramon Schneider e Joel Mestre
Fotografia: Rui Carlos Mateus
Assistente de Produção: Tânia Silva
Divulgação: Rita Merlin
Comunicação: Hugo Lemos
Secretariado: António Marques
Produção Executiva: Elisabete Martins
Agradecimentos: Teatro Municipal Joaquim Benite/ Companhia de Teatro de Almada; INATEL-Teatro da Trindade; Lojas António Manuel-Faro
Direção Artística: Luís Vicente
Produção: ACTA

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