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April 17, 2015

À Espera de Godot

Em cena, dois anti-heróis tragicómicos: Vladimir e Estragon.

Estreia
April 17, 2015
Género
Tragicomédia
Local
Teatro da Trindade/INATEL, Lisboa
Duração
130 minutos (com intervalo)
Classificação
M/12
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Sinopse

Em cena, dois anti-heróis tragicómicos: Vladimir e Estragon. "Nada a fazer" é a primeira fala da peça, dita por Estragon. Vladimir responde: "Começo a ter a mesma opinião". E passa o tempo, enquanto esperam por Godot. Entram Pozzo e Lucky; o último é escravo do primeiro. A Lucky, quando lhe é dada a oportunidade de falar, tem um discurso ininteligível. O oprimido não verbaliza a sua opressão. Um Rapaz anuncia que Godot não vem. O tempo passa, e tudo se mantém inalterado. Parece que os humanos até hoje nada mais têm feito que esperar por Godot.

 

A encenação de Luís Vicente enfatiza a problemática no plano social (com transversalidades múltiplas), numa abordagem pouco comum ao texto de Beckett, Nobel da Literatura 1969.

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Ficha do Espetáculo

Ficha Artística, Técnica e de Produção

 

Texto: Samuel Beckett

Tradução e Dramaturgia: Ana Clara Santos

Encenação: Luís Vicente

Assistente de Encenação: Tânia Silva

Interpretação: Luís Vicente, Pedro Laginha, Pedro Lima, René Barbosa e Tânia Silva

Conceção Cenográfica: Jean-Guy Lecat

Execução Cenográfica: Tó Quintas

Apoio vocal: Luís Madureira

Apoio de movimento: Diana Nogueira Vieira

Apoio de luta cénica: Pedro Borges

Desenho de Luz: Sérgio Moreira

Operação de Luz e Som: Sérgio Moreira

Técnicos de Cena: Ramon Schneider e Joel Mestre

Fotografia: Rui Carlos Mateus

Assistente de Produção: Tânia Silva

Divulgação: Rita Merlin

Comunicação: Hugo Lemos

Secretariado: António Marques

Produção Executiva: Elisabete Martins

Agradecimentos: Teatro Municipal Joaquim Benite/ Companhia de Teatro de Almada; INATEL-Teatro da Trindade; Lojas António Manuel-Faro

Direção Artística: Luís Vicente

Produção: ACTA

 

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