

Nada do Outro Mundo
O espetáculo colhe título numa frase recorrente nos dois textos que o constituem e que ocorre associada a uma lógica de predador.

O espetáculo colhe título numa frase recorrente nos dois textos que o constituem e que ocorre associada a uma lógica de predador – no primeiro caso personificada por um jornalista e no segundo caso por um auto-entitulado agente de Segurança.
No primeiro texto, O Suicida, a abordagem remete para a relação manhosa e cínica que alguma imprensa cria e mantém com o cidadão, valorando o facto jornalístico, ainda que deturpado, assente na espetacularidade e com indiferença pelo rigor.
No segundo texto, O Segurança, a narrativa dramática remete para uma abordagem à prepotência exercida por um suposto agente de autoridade sobre um cidadão incauto: assumem particular relevância crítica, salientada por um registo de absurdo, as deduções e induções de uma inquirição de circunstância na via pública. Textos do quotidiano: cruéis, irónicos, absurdos.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Guy Foissy
Tradução: Paulo Matos
Dramaturgia e Encenação: Paulo Matos
Assistência de Encenação: Bruno Martins
Interpretação: Luís Vicente e Paulo Matos
Banda Sonora: Etienne Lamaison
Concepção Espaço Cénico: Paulo Matos e Luís Vicente
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Assistente de Montagem: António S. Martinho
Figurinos: ACTA
Desenho de Luz, Operação de Luz e Som: Octávio Oliveira
Produção Executiva: Elisabete Martins
Promoção e Divulgação: Lúcia Neto Cabrita
Secretariado: António Marques
Direção Artística: Luís Vicente
Agradecimentos: Filipe Guerra
Produção: ACTA
.jpg)
.jpg)


.jpg)
