

Laço de Sangue
Dois irmãos, filhos da mesma mãe, um de pele clara e o outro de pele escura, tentam aliviar o tédio de sua existência.

Dois irmãos, filhos da mesma mãe, um de pele clara e o outro de pele escura, tentam aliviar o tédio de sua existência ao comprar um jornal para que Zach, de pele escura e analfabeto, possa obter uma correspondente. Ao conseguir uma correspondente de raça branca, numa África do Sul sob o apartheid, cria-se um jogo perigoso, onde os dois irmãos começam a decretar o grande drama da barreira de cor, com todos os medos e ódios, trancado num fato e numa pele diferente.
No jogo, Fugard não fala apenas do laço de sangue entre os dois irmãos, mas do nó de sangue entre todos os homens. O nó de sangue que foi torcido ou quebrado pela terrível consciência de raça e de casta que tem sido um grande problema que atravessa séculos.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Athol Fugard
Tradução/ Revisão: António Marques/ Luís de A. Miranda
Encenação: Luís Vicente
Assistência de Encenação: Bruno Martins
Interpretação: Luís Vicente e Mário Spencer
Concepção Plástica: Luís Vicente
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Desenho e Operação de Luz: Octávio Oliveira
Sonoplastia e Operação de Som: Pedro Leote Mendes
Fotografia: Ana d’Almeida
Produção Executiva: Elisabete Martins
Divulgação: Tânia Silva
Secretariado: António Marques
Direção Artística: Luís Vicente
Agradecimentos:
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