

Jeremias
Jeremias é um espetáculo de linguagem espontânea, maliciosa e vivaz, de estilo oral e cariz popular e com improvisos à maneira de Plauto.

Neste espetáculo são narradas as venturas e desventuras de um homem que por via das malas-artes de uma sua amante se viu transformado em burro. Nessa condição é sujeito às mais diversas provações, todas elas dramáticas - dramática é já a situação de um homem se saber burro, ou enquanto burro se saber homem - mas muito divertidas. Jeremias é a vítima - como o escravo, como o assalariado eventual, como o comediante - mas, por “um golpe de asa” de todas as situações difíceis se safa: quando tudo parece estar contra ele, algo surge que lhe possibilita por lucidez, encanto ou acaso, escapar ao seu algoz. É, pois, um discurso de esperança, este texto que foi escrito a partir de textos do século II.
Jeremias é um espetáculo de linguagem espontânea, maliciosa e vivaz, de estilo oral e cariz popular e com improvisos à maneira de Plauto.
O espetáculo é possível ser apresentado na rua ou em salas de espetáculos.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Luís Vicente, a partir de “O Burro” de Luciano e de “O Asno de Oiro” de Lúcio Apoleio
Encenação: José Mora Ramos
Interpretação: Luís Vicente, Tinha Pena dos Santos, Francisco Naia ou Joaquim Rogério
Direção Técnica: Noé Amorim
Direção de Produção: Luís Vicente
Direção Artística: José Louro
Produção: ACTA






