

Calígula
A encenação visa dar corpo cénico ao texto salientando alguns aspetos da condição humana.

O texto de Albert Camus é sobejamente conhecido. A encenação visa dar corpo cénico a esse texto salientando alguns aspetos da condição humana e propondo o seu questionamento nomeadamente os respeitantes aos limites da vontade, às contingências da sobrevivência política, ao verso e reverso do carácter absurdo que tem a existência humana... Personagens que terão particular relevo no esgrimir destas questões filosóficas que o texto coloca – e que a encenação salientará – são, naturalmente, além do próprio Calígula, Chereia e Helicon.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Albert Camus
Adaptação Dramatúrgica: Paulo Moreira
Encenação: Paulo Moreira
Interpretação: Carlos Botinhas, Glória Fernandes, J. P. Naylor, Jorge Soares, Luís A. Miranda, Luís Vicente, Maria João, Mário Spencer, Paulo Moreira, Pedro Guerreiro Ramos e Rui Cabrita
Música: Nélio Filipe
Cenografia e Execução: Tó Quintas
Figurinos: ACTA
Assistência de encenação: Maria João
Desenho de Luz: Luís Vicente e Noé Amorim
Operação de Luz e Som: Noé Amorim
Montagem: Vitanga
Fotografia: Jorge Soares
Produção Executiva: Elisabete Martins
Secretariado: Dina Felgueiras
Direção Técnica: Noé Amorim
Direção Artística: Luís Vicente
Produção: ACTA






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