

As Tranquilas Aventuras do Diálogo
O elemento humano são poetas encantados, a substância de palavras divagantes, o corpo aéreo de Borges, Pessoa e Campos.

Assim, imagine-se um jardim, imagine-se também um número finito ou infinito de caminhos e, posto, atendam-se os factos. O elemento humano são poetas encantados; a substância de palavras divagantes, o corpo aéreo de um certo Borges, Jorge Luís, argentino remotamente descendente de vaga gente portuguesa, fazedor; de um Pessoa, Fernando, português, que em pequeno emigrou para a África do Sul e depois de lá regressou para, adulto, escrever uma mensagem; de um Campos, Álvaro de, que se alguma vez existiu foi nado em Tavira, emigrou para Glasgow, fez uma viagem ao Oriente e depois regressou a Lisboa para cumprir o seu destino. E mais se não diz.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Teresa Rita Lopes
Encenação: José Louro
Interpretação: Luís Vicente, Jorge Soares, Pedro Guerreiro Ramos e J.P. Naylor
Música: Zé Eduardo
Solo de Guitarra portuguesa: José Maria Oliveira
Voz: Manuela Lopes
Cenografia: ACTA
Figurinos: ACTA
Execução Cenográfica: Tó Quintas
Desenho de Luz: Victor Correia
Operação Luz e som: Noé Amorim
Fotografia: Telma Veríssimo
Direção Técnica: Noé Amorim
Direção Artística: Luís Vicente
Produção: ACTA






