

A Baronesa e a Porca
A baronesa decide tomar ao seu serviço uma jovem rapariga rústica e inculta.

Paris. Finais do século XIX. A baronesa, personagem de cultura, sensibilidade e elegância, encarnação de um certo ideário humanista europeu, decide tomar ao seu serviço uma jovem rapariga rústica e inculta que tinha sido, desde menina, criada numa pocilga com os porcos... Em homenagem a Jean-Jacques Rousseau a Baronesa idealista dará a esta "boa selvagem" o nome de Emília. O destino reúne assim duas mulheres que encarnam e resumem dicotomias epistemológicas fundamentais da cultura ocidental: ser/saber; razão/paixão; natureza/artifício; inato/adquirido... A preciosa aristocrata e a criança selvagem domesticada vão confrontar-se e acabam por se influenciar mutuamente.
Interpretação
Ficha Artística, Técnica e de Produção
Texto: Michael Mackenzie
Encenação: Isabel dos Santos
Interpretação: Elisabete Martins e Glória Fernandes
Música: Zé Eduardo
Cenografia: Tó Quintas
Figurinos: Esmeralda Bisnoca
Assistência de Encenação: Maria João
Desenho de Luz e Operação de Som: Noé Amorim
Operação de Luz: Jorge Soares
Fotografia: Telma Veríssimo
Apoio Editorial e Promocional: Ana Cristina Oliveira
Direção Técnica: Noé Amorim
Direção Artística: Luís Vicente
Apoio: Conselho das Artes do Canadá
Produção: ACTA






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