Pandemónio
Publicado
30/6/2005

“As soluções cénicas de Kowalski são simples e surpreendentes. (...) Delirante a cena em que a joaninha flutuante é trespassada pela lança e despedaçada até à morte. Ou aquela em que o irritante demónio tenta aspirar a terra que os anjos tentam semear. A música de Zé Eduardo acompanha na perfeição todos os matizes do espectáculo, quer seja no caos da criação original, quer seja nos momentos mais ternos e envolventes.(...) Tó Quintas continuou a surpreender-nos, emprestando à máquina do sonho um pouco de si próprio: a capacidade de descobrir algo sempre mais além e construí-lo. [...] Há muito tempo que a ACTA não tinha um espectáculo de Verão assim. Oxalá continue a investir nesta linha.”
Ana Oliveira, Jornal do Algarve, 30/06/05